Mas não consigo parar de chorar. Eu não consigo, nem sei o que falar...”
Quando escrevi “Coisas que a gente não vê”, dava aula para crianças, que pareciam ter tudo o que queriam, mas ainda assim faltava alguma coisa. Como se no silêncio, quisessem dizer: “olhem pra mim de verdade e vejam o que eu realmente preciso”.Entendi que não era algo de pegar. Era algo invisível aos olhos, mas fundamental ao coração.
E daí surgiu a Yasmim, seus pais, seus amigos, seu mundo, a música, a rima, a história. Mas que coisas são essas que a gente não vê?
Agradeço a grande guerreira, Maíra Graber, que sempre esteve junto dessa história. E a todos que tornaram isso possível - e foram MUITAS pessoas queridas, nesse longo caminho, que nos disseram: para tudo, o seu momento.
Dedico essa peça a todos aqueles que sempre tentam enxergar além de que se pode ver.
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Coisas pra gente ver!